sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Ele Lutou em silêncio por 2 anos e Deus o honrou restaurando sua família



Hoje vamos glorificar a Deus pelo testemunho do amigo Roosevelt, que vem nos contar como enfrentou um deserto de dois anos lutando bravamente pelo casamento. Sua história é um testemunho vivo de coragem, maturidade e fidelidade. Em meio às tempestades, ele escolheu não permitir que as circunstâncias definissem quem ele é nem apagassem os valores que carrega. Mesmo com erros na caminhada ele não desistiu enquanto muitos teriam desistido, ele permaneceu firme, guardando o coração, sustentando a fé e lutando com dignidade pela restauração do seu casamento. Sua postura revelou caráter, e sua perseverança falou mais alto do que qualquer palavra.

Roosevelt que sua caminhada seja sempre lembrada como prova de que o amor verdadeiro resiste, amadurece e vence. Deus honra aqueles que não se deixam moldar pelo caos, mas pela promessa. Sua perseverança inspira outros homens a entenderem que lutar não é fraqueza, é honra; esperar não é perda de tempo, é confiança. Que essa vitória seja apenas o começo de uma nova estação, marcada por cura, reconstrução e propósito.

Sol
...............................................................

Olá, irmãos e irmãs de fé.


Hoje, ainda que de forma tardia, venho compartilhar o meu testemunho de restauração e do agir de Deus na minha vida. Confesso que, no início, o medo bateu forte, mas hoje só posso glorificar a Deus pela maravilha e pela salvação que Ele realizou no meu casamento.

Meu nome é Roosevelt, tenho 43 anos. Sou casado com a Cinthia, de 41 anos. Estamos casados há 13 anos e temos três joias fruto dessa união: um menino de 11 anos, e o casal de gêmeos de 6 anos. O testemunho que compartilho hoje refere-se a um deserto de quase dois anos, marcado por muita agonia e sofrimento, mas que hoje me permite exaltar o nome de Jesus Cristo, o Salvador.

No final de 2008, mudei da minha cidade natal, no interior de São Paulo, com cerca de 15 mil habitantes, na região do Fundo do Vale, para Taubaté/SP, no centro do Vale do Paraíba. Tomei essa decisão com o intuito de seguir minha jornada profissional, pois na região onde eu morava não havia oportunidades de crescimento.

Naquela ocasião, quando vim para Taubaté, eu estava em um relacionamento de nove anos com outra pessoa, mas nossas agendas estavam sempre desencontradas e já não havia mais sentimentos. Assim, houve o rompimento. Como relatei, cheguei a uma nova cidade com foco profissional. Nesse período, morei com um casal de irmãos que eram da minha cidade e que já estavam em Taubaté havia algum tempo. Eles me acolheram durante essa transição.

Em 2008, comecei a trabalhar em uma empresa que realizava serviços de engenharia e projetos para a Sabesp, companhia de saneamento básico de água e esgoto de São Paulo. Eu não me sentia feliz nesse trabalho e, por isso, passei a buscar novas oportunidades, até conseguir ingressar em uma multinacional na mesma cidade.

Nesse novo emprego, conheci várias pessoas bacanas no departamento, homens e mulheres muito acolhedores. No café, conversávamos sobre rotina profissional e sobre questões pessoais, ainda mais porque eu estava longe da minha família. Trabalhei cerca de dez meses nessa empresa, até receber uma proposta em outra empresa, em uma cidade vizinha, com melhor remuneração, e acabei aceitando.

Foi nesse momento que começou a minha história com a Cinthia. Após quatro meses de trabalho nessa nova empresa, uma amiga que eu havia conhecido na empresa anterior me enviou um e-mail dizendo que gostaria de me apresentar uma amiga que estava solteira e que tinha tudo a ver comigo, pois era romântica, alegre e gostava de estar com os amigos.

Recebi o e-mail com a foto da Cinthia e, naquele primeiro momento, estando sozinho em Taubaté, admirei sua beleza e aceitei o convite para que marcassem um encontro, onde poderíamos nos conhecer entre amigos. Em uma quinta-feira, ela me chamou para irmos a uma pizzaria. Eu, todo sem jeito, meio “caipirão”, não sabia qual seria o impacto daquele encontro.

Cheguei ao local, fui muito bem recebido e conheci a Cinthia. Ela estava alegre e espontânea. Na televisão passavam músicas internacionais dos anos 80 e 90, e ela comentava animada o quanto gostava desse estilo musical e daquele clima. Comemos pizza, rimos bastante, e ela me convidou para, no dia seguinte, irmos a uma balada da cidade onde aconteceria uma festa à fantasia. Infelizmente, recusei, pois tinha compromissos na cidade dos meus pais.

Na hora de ir embora, convidei a Cinthia para ir comigo no meu carro. Ela aceitou, e acabamos nos beijando dentro do carro. Os dias foram passando e ela não saía da minha cabeça. Trocávamos mensagens, eu insistia em um novo encontro, mas percebia certa resistência da parte dela, o que me fazia até duvidar do interesse.

Consegui, com insistência, marcar um novo encontro. Saímos para jantar em um restaurante da comunidade italiana da cidade e, a partir dali, começamos a trocar experiências de vida, compartilhando nossas histórias até aquele momento. Depois desse encontro, passamos a sair com frequência. Cinthia era formada em jornalismo, mas estava desempregada. Vinha de uma família humilde: o pai sofria de transtorno bipolar e estava afastado, e a mãe ajudava a sustentar a casa como podia.

Em dezembro de 2009, começamos a namorar. Ela me apresentou a alguns familiares. O Natal daquele ano cada um passou com sua família, mas, na virada do ano, resolvemos fazer uma viagem para Trindade, no litoral de Paraty/RJ. Foi tudo maravilhoso, e ali entendemos que poderíamos trilhar um relacionamento sério e levar aquilo adiante. Em maio de 2011, ficamos noivos e decidimos marcar o casamento para agosto de 2012.

Durante o período de noivado, à medida que a convivência se intensificava, alguns sinais começaram a aparecer. A Cinthia tinha um temperamento forte e explosivo, principalmente quando fazia uso de bebida alcoólica. Naquele tempo, eu ainda não possuía maturidade emocional nem espiritual para compreender a gravidade disso dentro de um casamento. Muitas situações eu acabava relevando, acreditando que com o tempo tudo se ajustaria.

Íamos à igreja, mas nossa fé era superficial. Ambos já tínhamos histórico dentro da igreja: eu auxiliava na organização eventos e a Cinthia cantava no ministério de louvor. Contudo, não vivíamos um relacionamento verdadeiro com Deus. Éramos religiosos, mas não espirituais.

Pouco antes do casamento, fui surpreendido com a perda do meu emprego. Foi um período de muito medo e insegurança, pois já havia compromissos financeiros assumidos com o casamento, aluguel e outras despesas. Humanamente, parecia que tudo iria desmoronar. No entanto, Deus agiu rapidamente e, em cerca de uma semana, fui recolocado profissionalmente na mesma empresa que havia trabalhado anteriormente. Seguimos, então, com os preparativos.

Nos casamos em agosto de 2012. O início da vida conjugal foi marcado por expectativas, mas também por desafios. Minha vida profissional começou a crescer, passei a viajar com frequência a trabalho e, posteriormente, fui aprovado para lecionar como professor universitário, dando aulas no período noturno em outra cidade. Minha rotina se tornou extremamente puxada, o que começou a gerar desgaste e distanciamento no relacionamento.

As discussões passaram a ser constantes. Havia dificuldades de diálogo, cobranças excessivas, a Cinthia tinha dificuldade na cozinha, sempre me sobrecarregando, desequilíbrio emocional e ameaças frequentes de separação. Muitas vezes, para evitar conflitos maiores, eu me calava, engolia a dor e seguia tentando manter a família unida, mas isso apenas acumulava feridas.

Em 2014, Deus nos presenteou com o nascimento do nosso primeiro filho. Foi um momento de grande alegria e esperança. Tentamos nos reaproximar, buscamos ajuda e chegamos a participar de um grupo de casais na igreja. Porém, ainda não havíamos colocado Deus verdadeiramente no centro do nosso casamento. Continuávamos tentando resolver tudo com nossas próprias forças.

No ano de 2015, enfrentamos um período muito difícil: minha mãe adoeceu gravemente com um AVC que deixou sequelas. Diante da situação, trouxemos meus pais para morarem perto de nós em Taubaté, para que pudéssemos cuidar deles mais de perto. Essa nova realidade trouxe um impacto emocional, físico e estrutural muito grande para dentro do nosso lar, aumentando ainda mais o cansaço, a pressão e os conflitos já existentes.

Com o passar do tempo, em 2017, a Cinthia decidiu realizar uma cirurgia bariátrica, ela não tinha indicação médica real para realizar o procedimento, pois o peso era pouco acima do peso ideal, mas ela não conseguia seguir uma dieta regular e academias, optou em engordar para passar por esse procedimento. A cirurgia trouxe mudanças físicas importantes, porém o processo emocional foi extremamente delicado.

Após a bariátrica, surgiram inseguranças profundas, oscilações de humor e fragilidade emocional, o que intensificou ainda mais os conflitos dentro do nosso casamento. Eu, por minha vez, não soube lidar com essa fase da maneira correta. Em vez de acolher e sustentar emocionalmente, muitas vezes me afastei, o que contribuiu para o aumento da distância entre nós.

As brigas continuavam, quase sempre acompanhadas da palavra “separação”. O ambiente dentro de casa se tornava cada vez mais pesado e instável. Ainda assim, seguimos, acreditando que tudo aquilo iria passar com o tempo. Mas o que ainda estava por vir exigiria um nível muito mais profundo de quebrantamento e  dependência de Deus.

Em 2018, infelizmente, minha mãe faleceu, após complicações do AVC e de uma erisipela. O mais doloroso é que ela estava hospitalizada, com alta programada, quando sofreu uma parada cardíaca e partiu. Foi uma perda devastadora para mim. Perdi minha referência espiritual, minha base, minha mãe.

Em meio a esse luto, recebemos a notícia de uma gravidez. Aquela vida trouxe esperança em um momento de tanta dor. Porém, pouco tempo depois, perdemos o bebê em um aborto espontâneo, com cerca de três meses de gestação. Foi mais uma perda, quase insuportável. Estávamos enterrando minha mãe e, ao mesmo tempo, lidando com a perda de um filho que não chegaria a nascer.

Alguns meses depois, Deus nos surpreendeu novamente. Descobrimos que seríamos pais outra vez e, para nossa surpresa, de gêmeos. A notícia trouxe alegria, mas também medo e insegurança, pois ainda estávamos emocionalmente feridos por tudo o que havíamos vivido.

Enquanto aguardávamos a chegada dos gêmeos, meu pai adoeceu gravemente, enfrentando problemas sérios de saúde que exigiram cirurgias e acompanhamento constante. Em julho de 2019, cerca de um ano após a morte da minha mãe, meu pai também faleceu, igualmente no hospital, em uma situação muito semelhante, com alta programada. Em pouco tempo, eu havia perdido pai e mãe.

Em setembro de 2019, nasceram nosso casal de gêmeos. A chegada deles foi um sopro de vida em meio a tanto sofrimento. Contudo, apenas um mês depois, em outubro de 2019, meu sogro veio a falecer. Era como se estivéssemos vivendo uma sequência contínua de lutos e provações.

Vivíamos um misto constante de alegria e dor: vida chegando e vidas partindo. Emoções extremas se alternando, sem tempo para elaborar nada. Nosso casamento já vinha fragilizado, e todo esse contexto só aprofundou o distanciamento emocional entre nós.

Espiritualmente, estávamos frágeis. Não buscávamos a Deus como deveríamos. Tentávamos sustentar tudo com nossas próprias forças e isso nos esgotava. O casamento seguia com altos e baixos, muitas discussões, pouca comunicação e muita mágoa acumulada.

Esse período foi determinante para o que viria depois. As feridas emocionais, os lutos não elaborados e a ausência de Deus no centro do casamento prepararam o cenário para a maior crise da nossa história. O deserto ainda não havia terminado.

Em 2020 veio a pandemia. Ficamos confinados dentro de casa, um período que, curiosamente, diminuiu algumas brigas no início, talvez pelo medo coletivo e pela necessidade de adaptação. Porém, eu não me sentia bem ficando apenas em casa e comecei a ir com mais frequência para a empresa. Internamente, eu já não sentia prazer em voltar para casa, embora amasse meus filhos.

Nesse período, minhas finanças começaram a apertar. Eu já não dava mais aulas na universidade e a renda havia diminuído. Foi um ano difícil, de sobrevivência emocional e financeira, mas conseguimos atravessar.

Em 2021, com a queda da pandemia e o mercado tentando se reorganizar, comecei a enfrentar problemas no ambiente de trabalho. Eu já não estava satisfeito profissionalmente. Foi então que surgiu a oportunidade de trabalhar em uma grande empresa do agronegócio, no segmento de café, em Guarulhos/SP. Fui aprovado e iniciei em setembro de 2021.

O salário era melhor e, em apenas quatro meses, fui promovido a gerente executivo nacional, respondendo diretamente a um dos donos da empresa. Profissionalmente, eu estava em ascensão. Porém, aquilo que parecia uma vitória logo se tornaria mais um ponto de tensão dentro do meu casamento.

Uma das exigências da empresa era que eu morasse na região. Optei por não mudar a família, passando a viajar diariamente cerca de 110 km para ir e 110 km para voltar, para que minha esposa não perdesse a rede de apoio, a rotina das crianças e a qualidade de vida. Achei que estava fazendo o melhor para todos.

Nesse período, minha esposa passou a desejar uma casa maior. Mesmo com receio, acabei cedendo. Ela parecia compreender minha rotina de trabalho, mas, na prática, isso não se sustentou. As cobranças aumentaram. Muitas vezes eu chegava exausto do trabalho e ouvia que ela estava cansada de ficar em casa. Saía, deixava as crianças comigo, e eu ainda precisava cuidar delas e preparar a comida.

Foi então que começaram episódios mais graves. Minha esposa passou a ter crises de convulsão, ficava extremamente irritada e instável emocionalmente. Em um desses episódios, enquanto levava nosso filho caçula ao médico, convulsionou ao volante e bateu o carro. Graças a Deus, nada de grave aconteceu com ela nem com nosso filho, mas o impacto emocional foi enorme.

Após esse episódio, ela desenvolveu pânico, ansiedade e depressão. O ambiente em casa se tornou muito pesado. Qualquer diálogo era carregado de ironia e agressividade. Um simples “bom dia” vinha acompanhado de frases como: “só se for bom para você”. Eu não podia atender telefone perto dela. Os eventos profissionais que eu precisava participar eram motivo de acusações e insultos.

As discussões passaram a ser ofensivas. Até momentos que deveriam ser de celebração eram marcados por insatisfação. Chegou a comentar com minha sogra que parecia haver “um boi morto” dentro da casa onde morávamos, de tão pesado que o ambiente estava.

Aquilo começou a me adoecer profundamente. Eu ia trabalhar sem vontade de voltar para casa. No ambiente profissional, era admirado e respeitado, mas ninguém fazia ideia do inferno emocional que eu vivia dentro do meu lar.

Mesmo sendo uma pessoa de fé, comecei a questionar a vontade de Deus para o nosso casamento. Ano após ano, sempre surgia um novo problema. Bens que conquistávamos se perdiam. Eu não me sentia apoiado em decisões que eram para o bem da família. Muitas vezes sentia, inclusive, que minhas conquistas despertavam incômodo, e não alegria.

Em 2022, decidimos mudar novamente de casa. Ainda trabalhando na empresa, precisei fazer uma viagem até outro estado para acompanhar uma operação. Foi ali que uma brecha se abriu. Eu estava emocionalmente esgotado, me sentindo sozinho, sem apoio, e uma supervisora do meu time começou a me dar atenção.

Ao mesmo tempo, minha esposa descobriu que as convulsões estavam relacionadas a quadros de hipoglicemia, consequência da cirurgia bariátrica realizada em 2017 uma cirurgia que, como relatei, não era clinicamente necessária, mas que foi feita por decisão dela. Diante disso, ela precisou passar por um processo de reversão da bariátrica, o que agravou ainda mais seu estado emocional.

Nesse mesmo período, comecei a atuar paralelamente com uma empresa própria, conciliando com o regime CLT. Pouco tempo depois, fui desligado da empresa de Guarulhos, permanecendo apenas com minha empresa.

Cometi então mais um erro: contratei aquela supervisora para trabalhar comigo em home office. Quis ajudar, pois ela era mãe solo de duas filhas, mas hoje reconheço que isso abriu ainda mais brechas que não deveriam existir. Foi nesse contexto que começaram acontecimentos espiritualmente estranhos e perturbadores, que mais tarde eu entenderia como parte de uma batalha muito maior. O casamento já estava à beira do colapso.

Em 2023, tudo aquilo que vinha sendo acumulado ao longo dos anos explodiu de forma abrupta e dolorosa. Em uma noite, minha esposa pegou meu celular e viu mensagens que não a agradaram, relacionadas à supervisora do outro estado. Mesmo eu explicando que não havia relação física, aquilo foi suficiente para desencadear uma fúria descontrolada.

Começamos a discutir dentro do quarto, e a situação saiu completamente do controle. Ela passou a me agredir fisicamente e, quando tentei apenas me defender, sem intenção alguma de machucá-la, meu dedo acabou resvalando em seu rosto. Aquilo foi o estopim para algo muito mais grave. Em um acesso de raiva extrema, ela pegou uma faca e partiu para cima de mim.

Nossos filhos quase presenciaram uma tragédia. Naquele momento, o instinto de sobrevivência falou mais alto. Saí correndo de casa, em desespero, e fui para a casa da minha sogra. Ali, eu estava completamente quebrado, sem entender como nossa história havia chegado àquele ponto.

No dia seguinte, tentei conversar com minha esposa, mas não consegui. Tive acesso apenas às minhas coisas pessoais, que já estavam separadas fora de casa. Era como se eu tivesse sido expulso da própria vida.

Entrei em contato com amigos, buscando algum consolo. Muitos diziam que tudo iria passar, mas dentro de mim a dor só aumentava. Nesse período, minha esposa chegou a entrar em contato com a outra mulher (OM), buscando detalhes. Essa mulher afirmou que não havia nada além de trabalho e chegou a dizer que nós deveríamos refletir, perdoar e tentar consertar o casamento.

Fiquei cerca de cinco dias na casa da minha sogra, e ali tive consciência de duas coisas muito fortes: o quanto a dor pela perda dos meus pais ainda estava viva dentro de mim e o quanto eu ainda amava minha esposa, apesar de tudo.

Minha sogra, sempre defensora da família, pediu para que minha esposa me aceitasse de volta em casa. Ela aceitou, mas deixou claro que seria apenas pelos filhos. Voltamos a conversar, mas tudo era frio, distante e mecânico. Não havia amor, apenas convivência forçada.

No dia a dia, ela constantemente jogava na minha cara que eu estava com outra pessoa, e eu sempre negava. Chegou a dizer que, se eu tivesse direito, ela também teria. A indiferença dentro de casa passou a me matar por dentro. Ela era fria, grossa, humilhante. Eu me sentia invisível.

Foi nesse período que comecei a buscar mais a Deus. Um amigo passou a me buscar quase todos os dias e me levava à igreja que ele congregava. Ali eu sentia algum alívio, alguma paz momentânea. Mas, quando voltava para casa e ficava sozinho, o desespero tomava conta novamente.

Nesse mesmo tempo, uma pessoa que eu conhecia havia cerca de sete anos, de um antigo emprego, começou a me enviar mensagens dizendo que minha vida tinha um propósito e que eu precisava “aceitar” certas coisas para que tudo entrasse no eixo. Foi assim que ela me convidou a ir à Umbanda, dizendo que aquele era o meu lugar.

Eu aceitei e fui uma noite. Confesso que me senti extremamente desconfortável. Aquilo não fazia sentido para a minha fé. Voltei para casa ainda mais confuso espiritualmente. Minha esposa estava pior, proferindo palavras de baixo calão, agressiva, parecia fora de si. Aquela noite foi muito ruim, e eu estava completamente perdido.

Eu era católico, já havia frequentado igreja evangélica, e agora tinha ido à Umbanda. Estava sem direção, com uma tristeza profunda no peito e uma sensação constante de opressão.

Foi então que um amigo, que havia passado por problemas semelhantes no casamento, me indicou algo que mudaria minha caminhada: ler e ouvir testemunhos de restauração de casamento. Ele me disse que aquelas batalhas não eram em vão, que Deus queria me tratar e usar minha vida como testemunho.

Nesse período, ele me indicou o Blog Restaurar Casamento, da Sol. Ansioso e desesperado, comecei a ouvir testemunhos, ler relatos e isso foi acalmando meu coração. Cheguei a enviar um e-mail para a Sol, que com muito respeito me explicou que, por ter apenas um grupo naquele momento, eu ainda não poderia entrar no grupo de WhatsApp, pois era voltado para pessoas que já estavam separados, e no meu caso, não havia separação física. Mesmo assim, os testemunhos começaram a me fortalecer.

Passei a jejuar, orar mais e buscar a Deus no secreto. Meu coração foi sendo acalmado, mas dentro de casa eu vivia um verdadeiro deserto. As conversas eram mínimas, limitadas a filhos e contas. Não havia relação conjugal, não havia afeto.

Nesse período, minha esposa passou a sair com duas amigas, ambas casadas, que constantemente criticavam seus maridos e falavam abertamente sobre separação. Uma delas acabou se separando, e percebi claramente que aquilo era uma batalha espiritual, pois quanto mais eu tentava agir com força humana, mais minha esposa se afastava.

Ficamos assim por cerca de oito meses. Ela queria mudar para uma casa maior, com quatro quartos, para que tivesse o próprio quarto e liberdade, mantendo uma aparência de família apenas para que as crianças não percebessem que não éramos mais um casal. Eu não aceitei, pois acreditava na restauração. Ela dizia que isso era “coisa de crente” e que só eu lutava por algo que, para ela, já havia acabado. Mesmo assim, permaneci. Eu e Deus, no secreto. O deserto estava apenas começando.

Em dezembro de 2024, ainda acreditando que algo poderia mudar, vi uma casa que agradava à minha esposa. Ela concordou com a mudança, e eu aluguei o imóvel cheio de esperança. A casa tinha frases decorativas nas paredes, palavras sobre reconstrução, recomeço e coisas positivas. No meu coração, aquilo parecia um sinal de que Deus ainda poderia agir. Mas, na prática, foi um dos piores períodos que vivi.

Minha esposa voltou a trabalhar e, dentro dela, já existia um plano muito claro: quando estivesse financeiramente estabilizada, sairia de casa para viver a vida dela. A frieza aumentou ainda mais. O diálogo quase não existia. Ela se mostrava depressiva, distante e, ao mesmo tempo, dura e ríspida.

O que mais me feriu foi perceber o impacto disso nos filhos. Em determinado momento, ela disse ao nosso filho mais velho que nós estávamos ali apenas como amigos. Aquilo me destruiu por dentro. Eu não aceitava essa narrativa e isso gerava ainda mais discussões. As brigas se tornaram constantes.

As amigas continuavam influenciando fortemente. Sempre havia uma “novidade”, uma validação para a separação, e as críticas ao casamento e a mim só aumentavam. Além disso, as crises de depressão dela se intensificaram.

Como eu trabalhava em casa, vivia diariamente dentro desse ambiente pesado. Além de lidar com o distanciamento emocional, eu cozinhava, cuidava dela e das crianças. Mesmo fazendo tudo o que podia, aquilo começou a me adoecer profundamente também.

Foi nesse período que voltei com mais intensidade ao jejum e à meditação da Palavra. No fundo, eu sabia: aquela não era a mulher que eu havia conhecido. Eu tinha cada vez mais convicção de que não se tratava apenas de comportamento ou má vontade, mas de uma batalha espiritual real. Nada do que eu fazia funcionava. Presentes, mudanças, tentativas de agradar — tudo era rejeitado. A frase que eu mais ouvia era: “Com você, eu não volto mais.”

A dor de imaginar minha vida sem minha esposa e sem meus filhos todos os dias era insuportável. Eu já havia perdido meus pais. Agora, parecia que perderia minha família inteira. Poucas pessoas sabiam o que eu vivia. Em um momento muito marcante, meu barbeiro, enquanto fazia minha barba, disse algo sem saber de nada: “Não sei por que estou te dizendo isso, mas você e sua família são muito invejados.” 

Aquilo me assustou profundamente e reforçou em mim a certeza de que aquela situação não era normal. Passei a participar de orações de madrugada, especialmente durante a Quaresma, acompanhando os momentos com o Frei Gilson. Ouvi mais louvores, parei de murmurar sobre o relacionamento e comecei a confiar mais. Pelos testemunhos que ouvia, sabia que o deserto precisava ser atravessado — eu só pedia a Deus que fosse mais curto.

Aos poucos, houve pequenas melhoras: um tratamento um pouco mais respeitoso, alguns gestos de cuidado. Mas ainda havia muita frieza. Nesse mesmo período, nossas finanças começaram a despencar. 

Em março de 2025, com a situação financeira muito difícil, conversei com um amigo que me ofereceu uma oportunidade de trabalho em Curitiba/PR. Vi aquilo como uma possível mudança de ares e uma chance de recomeço, mas infelizmente não deu certo.

Minha esposa começou a trabalhar em outro emprego, no colégio das crianças. O diálogo melhorou um pouco, mas as dificuldades financeiras continuavam. Foi então que decidimos voltar para nosso apartamento, que já era nosso, para economizar com aluguel e tentar reorganizar a vida.

Em abril de 2025, voltamos para o apartamento. Era pequeno, com apenas dois quartos. Ficamos no quarto menor e as três crianças no maior. Foi uma grande prova de humildade e resistência.

A convivência continuava confusa. Em alguns momentos, ela permitia aproximação física; em outros, me rejeitava completamente. Eu sugeria passeios em família, mas ela não usava aliança. Dentro de casa, o deserto continuava. Para alguns, parecia que estava tudo bem, mas era apenas uma encenação.

No final de julho de 2025, decidimos levar as crianças para a praia, em uma cidade do litoral. No primeiro dia, tudo até correu bem. No segundo dia, porém, ela tirava fotos apenas com as crianças. Quando pedi uma foto nossa, ela se irritou profundamente. A volta foi marcada por discussões pesadas. Durante o trajeto, ela disse, exaltada: “Você não leva a sério. Tudo o que fazemos é pelos nossos filhos. Amanhã vou à advogada. Você sai de casa e paga a pensão.”

Mais uma vez, o desespero tomou conta de mim. Ela dizia que só eu queria a restauração, que quando apenas um luta não dá certo, que tentou perdoar e gostar de novo, mas não conseguiu. Que eu estava forçando uma situação que, para ela, já havia acabado.

Dessa vez, ela falou também com a família dela. Minha sogra, apesar de apoiar a decisão da filha, ainda me consolava dizendo que para Deus nada é impossível. Foi nesse momento que comecei a intensificar ainda mais minhas orações no secreto, os jejuns, a leitura da Bíblia e a ida à igreja. Ela queria um divórcio consensual, com um único advogado, exigindo pensão em valor mais alto e que eu saísse de casa, deixando o apartamento para ela e as crianças.

Humanamente, minha vida parecia desmoronar por completo. Quanto mais eu buscava a Deus, mais difícil parecia. A ideia de não acordar mais com meus filhos, de perder definitivamente minha família, era devastadora. Os trâmites do divórcio começaram a avançar., mas Deus ainda não havia dito a última palavra. Com o casamento extremamente fragilizado e minha esposa já se movimentando para entender o divórcio, eu me vi tomado por medo, ansiedade e um aperto constante no peito. Não era o que eu queria, mas precisava entender meus direitos, principalmente em relação aos meus filhos, caso a separação se concretizasse.

Procurei então um advogado diferente do advogado da Cinthia, apenas para orientação. Durante a conversa, contei toda a história: as perdas familiares, o desgaste emocional, a frieza dentro de casa e a iminência do divórcio. Depois de me ouvir atentamente, ele disse algo que me marcou profundamente: “Isso não é apenas um problema jurídico ou conjugal. Existe uma batalha espiritual clara acontecendo.”

Em seguida, ele me orientou: “Antes de qualquer decisão definitiva, procure um pastor. Nem tudo se resolve no papel.” 

Aquilo me impactou muito. Eu não esperava ouvir esse tipo de direcionamento em um ambiente jurídico. Para mim, foi mais uma confirmação de que Deus estava me conduzindo.Segui o conselho e procurei um pastor. Fui como eu estava: cansado, abatido, emocionalmente esgotado. Contei tudo, sem filtros — minhas dores, meu medo de perder minha família, minha angústia diária.

Ao final da conversa, o pastor orou por mim. Durante a oração, algo diferente aconteceu. Comecei a passar mal, senti um mal-estar forte, um peso intenso no corpo, uma sensação que eu nunca havia sentido antes. Não era apenas emoção. Era físico e espiritual ao mesmo tempo.

Meu corpo reagiu. Fiquei fraco, confuso, com uma sensação estranha, como se algo estivesse sendo mexido dentro de mim. Foi um momento difícil, mas ao mesmo tempo muito marcante. Eu não sabia explicar racionalmente o que estava acontecendo, mas tinha certeza de que não era algo comum.

Depois da oração, aos poucos, aquele peso começou a aliviar. Não posso dizer que todos os problemas desapareceram, porque não desapareceram. Minha esposa continuava distante, não quis participar, não quis ir à igreja, e o divórcio ainda era uma possibilidade real.

Mas eu saí diferente. Mais leve. Mais consciente. Com a sensação clara de que algo havia sido tratado, quebrado ou revelado no mundo espiritual. A partir desse dia, entendi que eu não estava apenas lutando por um casamento, mas vivendo uma batalha que exigia entrega total a Deus. Passei a agir com mais silêncio, mais oração e menos reação. Continuei jejuando e buscando a Deus no secreto, mesmo sem respostas imediatas e externamente, tudo parecia igual, mas, espiritualmente, algo já não era mais o mesmo. E foi a partir desse ponto que as coisas começaram a mudar devagar, sem barulho, mas de forma real.

Voltei para casa e ela estava calma, não me indagou sobre nada. No dia seguinte, meu filho mais velho quis ir a um restaurante japonês. Fomos todos juntos. Na volta, passamos em frente a uma costelaria e eu comentei com ela: “Nossa, faz tempo que não vimos aqui. “Ela então respondeu, de forma serena, mas firme: “Esse é o nosso último passeio em família, porque você deverá sair de casa e vamos dar continuidade à separação.”

Foi muito doloroso ouvir isso. Humanamente, tive que aceitar, mas espiritualmente decidi confiar em Deus, me afastando quase 3 meses e cuidando mais de minha saúde, meu psicológico e meu físico.

Em setembro de 2025, pedi novamente à Sol para entrar no grupo Restauração de Casamento, e ela gentilmente me aceitou. Ali pude acompanhar relatos, testemunhos e compartilhamentos de informações muito importantes, que me ajudaram a seguir nessa caminhada no deserto. Tudo aquilo foi complementar e muito rico para o meu entendimento, principalmente por eu ainda estar morando junto há quase dois anos e, ao mesmo tempo, vivendo cerca de três meses de distanciamento emocional, com uma separação praticamente concretizada.

A Cinthia continuou com os trâmites do divórcio e voltou para a primeira advogada indicada por uma amiga. Eu, por minha vez, demorava para enviar alguns documentos. Ficaram pendentes apenas os extratos bancários, e eu acabava enrolando. Ela, muito nervosa e tomada pela raiva, já ameaçava levar o processo para o litigioso.

Eu não aceitava aquela situação, mas também não brigava. Permanecia em oração, com muita sinceridade diante de Deus, indo à igreja e entregando tudo a Ele. Até que, em um determinado momento, enviei os extratos bancários. Humanamente, aceitei o processo e fiquei aguardando a minuta para assinar e dar entrada oficial no divórcio.

Nesse período, tivemos o aniversário dos gêmeos. Ela me tratava com frieza, não usava aliança, e a família dela começou a perceber. Foi uma situação muito desconfortável, em que eu mesmo me senti deslocado.

No mês em que os contratos seriam assinados para iniciar a dissolução do casamento, ela já havia pago a primeira parcela da advogada, tanto a parte dela quanto a minha. Mas, um dia antes da assinatura, literalmente no último minuto do jogo, ela me disse que queria pausar o divórcio. Disse que pensou nas crianças e que algo dentro dela, uma “chavinha”, parecia ter mudado. Naquele instante, em pensamento, eu disse: “É Deus.” Deus, o restaurador de pessoas, de casamentos e de famílias.

Foi algo muito marcante. Estávamos sem relação havia quase dois anos, e retomamos de forma imediata, praticamente todos os dias. Passamos a prometer um ao outro que construiríamos um casamento diferente, baseado em respeito, cumplicidade, amizade e amor. Confesso que o milagre aconteceu quase no final de novembro. Voltei para minha família. Onde antes nossas conversas sempre terminavam em discussão, hoje existe diálogo, carinho e até brincadeiras.

O inimigo tentou destruir nossa família, mas graças a Deus não conseguiu. Deus é maior. Jesus é o nosso caminho, a nossa verdade e hoje é um membro fiel deste casamento restaurado.

Atualmente, estamos juntos, trabalhando nosso crescimento pessoal e como casal. A batalha de hoje é nas finanças, pois acabei perdendo um contrato de trabalho e estou buscando uma recolocação no regime CLT. Mas da mesma forma que vencemos o deserto no relacionamento, creio que Deus também nos ajudará com um novo trabalho e com a restauração das nossas finanças. Ele nos sustenta.

Hoje estamos unidos nessa causa, e iremos conseguir.

Salmos 126:4–6
“Restaura-nos, Senhor, como as correntes do deserto. Os que semeiam com lágrimas, com cantos de alegria colherão.”

Toda honra e toda glória sejam dadas ao nosso Deus. Sem Ele, nada disso seria possível em nosso casamento.

Acreditem no Senhor. Ele é o Deus de milagres!

Uma gratidão eterna.
Que Deus abençoe e ajude na restauração da vida e do casamento de todos vocês.

Roosevelt
roosevelt@focusac.com.br>

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Quase 7 anos de deserto - foi longo, mas Deus foi fiel

 



Hoje é um momento de muita alegria, pois a nossa querida amiga Isabela foi agraciada com o primeiro testemunho do ano de 2026. A história dela revela uma força que não nasce do orgulho, mas da fé, pois permaneceu firme por quase sete anos de deserto, atravessando dores, mudanças e silêncios, sem permitir que a esperança morresse, demostrando uma rara coragem espiritual. Ela escolheu lutar quando desistir parecia mais fácil, escolheu confiar quando as circunstâncias diziam o contrário. Sua perseverança foi uma semente regada com lágrimas, mas sustentada por Deus.

"Isabela parabéns por não abandonar o processo, por não soltar a mão da promessa e por crer na restauração mesmo quando tudo parecia perdido. Sua fidelidade não apenas preservou um casamento, mas glorificou o nome de Deus e se tornou um testemunho vivo de que Ele honra aqueles que permanecem. Que sua história continue curando, encorajando e reacendendo a fé de muitas outras esposas que hoje ainda estão no deserto, mas não estão sozinhas. Que Deus abençoe sua família."

Sol
........................................................



A paz queridos irmãos (a) é com muita alegria que venho a vocês para dar meu testemunho de restauração de minha família. Para glória de Deus. Me apeguei muito a esse versículo Salmos  126:5-6: Aqueles que semeiam com lágrimas, com cânticos de alegria colherão. Aquele sai chorando enquanto lança a semente, voltará com cânticos de alegria, trazendo seus feixes. Mas também em toda a palavra de Deus. Toda a glória e toda a honra seja dada ao nosso Senhor Deus, por todas as bençãos alcançadas e pela misericórdia e amor por mim e minha família.


Me chamo Isabela e meu marido John, ele é norueguês, conheci meu marido ele já tinha uma filha de um relacionamento anterior, onde a mulher deixou a filha com ele, e sumiu. Atualmente a filha já é adulta e mora sozinha. Casamos e eu mudei de sp pra Natal, vivíamos bem. Mas começamos a ter desentendimentos que foi desgastando a relação. Eu errei e ele também errou, faltou maturidade de ambos. Maturidade essa que só adquiri depois do meu deserto e conhecer ao Senhor. 


Meu deserto começou em janeiro/2019, meu filho tinha apenas 2 anos. Estávamos brigando muito, por coisas simples, meu marido não era muito de dialogar, mas não era agressivo, não tinha outra,  nunca vi nada no celular dele. E final de 2018 eu já senti ele estranho e  jamais pensei que ele fosse embora. Ele simplesmente montou um apartamento, e pegou as coisas dele e foi embora. Cheguei em casa e não vi as coisas dele, liguei umas 100 vezes e ele não me atendia  e eu chorava copiosamente! Desesperada, sem entender nada e como seria dali pra frente. Começava ali meu deserto.


Passei de dona de casa, para provedora de uma casa. Fora do mercado do trabalho, desempregada. Eu estava estudando para voltar ao mercado de trabalho. Quando ele nos abandonou, eu não pude continuar meus estudos e parei minha carreira. E fui trabalhar em subemprego, sobreviver do que podia, do que dava. Meu marido era provedor do lar e foi embora e me deixou sem suporte financeiro, material e afetivo.

Me deixou sem casa, sem dinheiro, sem pagar o carro, na rua. 


Ele só deixou o aluguel de janeiro pago, o carro sem pagar as prestações, e meu nome sujou porque ele não pagava mais as minhas contas  nem da casa. E o que fazer? Por onde recomeçar?


Eu entrei num depressão terrível, enquanto isso ele vivendo a vida como se nada estivesse acontecido. Fomos descartados eu e meu filho, como copos descartáveis. 


E então eu voltei pra minha cidade, em São Paulo, capital. E lá eu tinha rede de apoio então foi mais fácil para recomeçar. Fiquei diagnosticada com depressao por 5 meses(Jan a maio/2019), mas eu pedia tanto a Deus que me tirasse daquilo, os remédios me deixavam dopada, eu não tinha emoção, dormia e não descansava. E eu tinha um filho bebê pra criar. Ou eu sarava da depressão ou iria voltar a morar com meus pais e depender deles pra me cuidar e criarem meu filho.

E no meio da depressão, no pouco de força que me restava eu pedia ao Senhor que me curasse pra eu poder criar meu filho e não dá trabalho ao meus pais, já idosos. 


Conta um testemunho aqui: Eu sempre fui de assistir ministração online. E eu tinha uma viagem com meu filho de 7 dias, pra o nordeste. Já estava paga, eu estava mal, e pensei de sair pra melhorar. E lá eu não vi meu remédio de dormir na bolsa, tinha duas noites viradas. 3 dia eu não aguentava mais, a noite toda acordada e o dia também, não tinha sono. Ali eu prostrei na cama e orei ao Senhor, que me curasse que eu não aguentava mais, se não dormir eu iria colapsar e como eu iria sozinha sem um conhecido parar no hospital? E meu filho? Orei com toda minha fé e chorava. Abri o YouTube e saiu uma pregação: “a vitória pelo sono”. Nunca esqueço aquela ministração e tomei posse daquelas palavras ministradas. 


Ali então eu dormi, numa paz e acordei tão bem, como há muitos meses eu não sentia. E pra glória de Deus dali em diante eu nunca mais precisei tomar remédio pra dormir. Quando cheguei da viagem em casa que eu abri a bolsa o remédio tava lá. Mas na viagem eu revirei a bolsa e enxerguei. Eu acredito que Deus ele tinha um propósito comigo naquela viagem, um propósito de cura, por isso que eu não vi o medicamento.


Então eu comecei a trabalhar, trabalhava de domingo a domingo, era como um refúgio, pra fugir da minha realidade pois eu mal parava em casa. E Também não senti alegria pra estar saindo pra lugar nenhum. Minha irmã morava perto de mim, eu mudei pro mesmo condomínio que ela pela questão da rede de apoio, então como eu trabalhava muito, ela que ficava com meu filho graças a Deus, assim ela o levava pra passear pra viagens e lazer. Eu relutava muito em tirar folga, mas quando o corpo não aguentava mais, eu só dormia, descansava o corpo. 


E no meio de tudo isso tinha um canal de restauração, que era da Sol, que sempre aparecia em sugestões do YouTube. Então um dia eu resolvi ver esse vídeo. E depois mandei um e-mail e meses depois a Sol respondeu e fui aceita no grupo. Nem acreditei. Eu imaginava que a Sol era loira, totalmente diferente dela, descendente Oriental. Rsrsrs 


Quantas vezes eu dormia ouvindo as ministrações da Sol? Inúmeras vezes! A voz da Sol acalmava, falava ao meu coração. Coisa linda aquele canal! 

E passei a frequentar uma denominação, ali eu me senti acolhida, me identifiquei, e aceitei a Jesus dois meses após me batizei. E Jesus pra mim, era aquele ser que fica ali no cantinho, quando eu precisava eu buscava ele, quando não ele ficava lá no cantinho. 


E Jesus, deixou de ser do cantinho para ser o principal na minha vida, ser meu tudo, ser mais importante que o dinheiro que eu tivesse, que a situação que eu tivesse, que meu filho, que meus pais, que meu marido, que minha própria vida, viver de fato é amar a Deus sobre todas as coisas. 


Conhecer esse Deus maravilhoso mudou minha vida, que passou a ser o principal da minha vida. E minha vida passou a ter sentido, eu tendo tudo em minha vida não tinha sentido e no meu pior momento eu encontrei a Cristo e o vazio que eu tinha ele acabou e fui conhecendo cada vez mais esse Cristo e cada vez me apaixonando em servi-lo, apaixonada em sua palavra.


O grupo entrou na minha vida no momento que eu tava meio perdida, e lá eu encontrei orientações sobre a ótica cristã, de oração de jejum, de como se posicionar, de como fazer uma campanha, de como buscar pela restauração da família, de parar de murmurar, e edificando cada vez mais a minha fé. E Deus assim foi trabalhando em minha vida passei aquela fase de desespero, e entrei naquela segunda fase esperando no Senhor, aproveitando minhas folgas, sempre que possível ia passear com meu filho, visitar meus pais que estava em outro Estado, ir aos cultos e descansando no Senhor. 


No ano de 2020 no período da segunda pandemia, eu tive uma oportunidade de pro exterior a trabalho, não pensei duas vezes. Eu estava passando uma situação financeira difícil, mas o Senhor nunca deixou faltar nada, mas era tão difícil, sem o apoio do pai do meu filho, então eu fui e por lá fiquei três anos, de 2020 a 2023 sempre indo e vindo ao Brasil, meu filho ficava aos cuidados da minha irmã. Sem ela eu não teria ido. 


Em fevereiro de 2023, eu orei ao Senhor e disse: Deus estou há quatro anos separados, e meu filho está crescendo sem a mãe e sem o pai eu desejo que o senhor traga o pai do meu filho de volta ou então tirasse o desejo de procurar por ele, de reconciliar minha família, e me desse um marido, porque meu filho precisava de uma família e de um pai presente. Dias depois em fevereiro de 2023, meu marido sugeriu que eu fosse morar no país que ele se mudou, Portugal,  com nosso filho. Eu entendi que foi uma resposta de Deus, e aceitei. Nisso passou 2023 inteiro e ele marcava data e não dava certo. Ele marcou pra julho de 2023 a gente mudar pra lá, depois pra dezembro de 2023 e de novo não deu certo depois ele marcou pra maio de 2024 e deu certo. 


Ele montou um apartamento, com móveis, comprou nossa passagem e fomos embora pra Portugal. Meu filho estava com 7 anos, tinha 5 anos de deserto quando vim pra Portugal com meu filho, atualmente com ele tem 9 anos. Por telefone ele sempre dava em cima de mim todo esse tempo, quando cheguei aqui ele foi outro. Foi tão formal ao me receber no aeroporto mas super carinhoso com o nosso filho. Ele tem as chaves do nosso apartamento, e ele pediu que não pusesse datas para que ele visse o filho, que ele visse horário livre. Assim fizemos o acordo. 


Ele tinha acesso livre em nosso apartamento, sempre estava presente, e almoçava conosco, jantava conosco, fazemos passeio em família pra shopping, pra zoológico, pra restaurantes, mas ele sempre me rejeitando como mulher, ele não me procurava como mulher,  ele vinha no nosso apartamento, jantava visitava nosso filho, buscava ele da escola trazia, pedia a pizza e ao final ele ia embora pro apartamento dele, que era perto do nosso, mas ele não ficava comigo.


E eu sempre orando jejuando, mas essa situação ela me desfaleceu na fé um pouco, fiquei muito abalada psicologicamente, porque eu caí do 37º andar, como diz nossa amiga Sol kkkk Eu pensava: como um homem faz tudo isso por uma mulher e um filho e não quer ela? E não tinha nada que fizesse, de  meu comportamento que fizesse ele mudar pra me desejar como mulher, se eu brigasse, se eu ficasse calada,  não mudava nada para ele querer ficar comigo. 


Eu nunca coloquei meu filho contra o pai, contra a família do pai que é só uma irmã que ele tem. Nunca deixei ninguém falar mal do pai dele pra ele sempre preservei meu filho na questão da separação. Pra não ter uma alienação, e ter ódio do pai. O contato do meu filho com o pai foi aos poucos, foi bonito e foi lindo ver o amor deles nascendo de pai filho, o vinculo deles se fortalecendo. Coisa que eu sempre orei pelo amor de pai e filho. 

Até que um dia quatro meses depois que eu cheguei, ele levou nosso filho pra passar o final de semana e trouxe as roupas numa sacola, e nessa sacola estava uma nota fiscal com perfume de mulher minha cara caiu, eu fiquei arrasada e percebi que ele estava com alguém sério ou não, ele estava com alguém. 


Ele não tinha ninguém assumido pra meu filho, pra rede social, pra amigos, pra família dele, que ele só tem uma irmã viva, os pais já são falecidos nem pra filha adulta dele. E ele sempre fazia vide chamada da casa dele com meu filho lá ou sem meu filho lá, ele sempre tinha esse contato conosco, muito presente. E ele sempre me dizia que não tinha ninguém, que estava solteiro.


Ele não tinha ninguém assumido mas estava com alguém. Começou uma nova fase na minha busca pela restauração de casamento. Eu não vou mentir que eu fiquei mal né? Fiquei péssimo, arrasada, no tinha que fazer não ia murmurar no grupo, não ia falar com colegas nem familiares porque ninguém ia resolver nada. Joelho no chão e cara no pó, jejum, leitura da palavra, encontrei uma igreja comecei a frequentar com meu filho, assim Deus ia me dando força. 


É pesado trocar de país e ainda chegar lá ser desprezada pelo marido. Eu não vim pra Portugal como amiga. Eu vim como mulher. E chego aqui ele me desprezou. Eu não aguentei. Eu passei a tomar remédio controlado pra dormir. Uma medicação fraca mas tá me ajudando. Porque eu não conseguia dormir mais. Dói, foi muita luta, muita humilhação, muito sofrimento aqui em Portugal. Longe de meu país e da minha família. E acho que todos tem seu limite, e se for necessário deve sim procurar um profissional de saúde para acompanhamento. Deus deixou a medicina para usar e nos ajudar caso necessário. Fiquei muito mal mas não foi depressão novamente. 


E ele continuando da mesma maneira, em dezembro 2024 continuava não assumindo que tinha ninguém, mas também não me procurava como mulher e continuava tendo uma vida como se a gente fosse uma família e eu sem entender nada porque, pra que Deus me levou pra lá, me tirou do meu país, me tirou de outro país onde eu estava ha 3 anos, que eu gostava e iria me regularizar, pra me levar pra outro país que eu não me adaptei muito e meu marido ficava me rejeitando! 


E no meio disso tudo eu congregava,  orava jejuava, não tinha o que fazer. 

E 9 meses depois que eu cheguei, fevereiro de 2025, fui no shopping com meu filho porque eu tinha feito uma prova, e tinha estudado muito e falei sem eu vou pra desopilar um pouco a mente, foram muito cansativo esses dias e quando eu estava esperando o Uber, na porta do shopping, pra ir embora, uma mulher velha, feia, vulgar, parecia prostituta me aborda e aborda meu filho, meu filho tava brincando na minha frente, eu fiquei olhando e me perguntei quem é essa mulher? será que é professora da escola do meu filho ou funcionária da escola do meu filho que eu não conheço? 


Cheguei perto do meu filho e e ela se afastou, ligou pro meu marido video chamada, ele atendeu e ela virou pra mim e pra meu filho com a videochamada ligada pra meu marido e disse: olha quem eu achei aqui seu filho e a mãe dele. E desligou. E depois ela disse eu sou a namorada do pai dele! Nem sabia o nome de meu filho! E eu olhei pra meu marido e fulminei ele com o olhar na hora que ele ligou e não disse um A. E olhei pra cara dela depois do que ela disse e não disse nada. Até esse Uber chegar deu tempo pra tudo isso! 


Eu não sou calma, eu sou colérica! Sou meio discípulo Pedro. Entrei nesse Uber e Liguei pra meu marido e discuti do shopping até chegar em em meu apartamento. Xinguei ele todinho! Esculhambei! Tirei dos cachorros! Chorava gritava esculhambava ele chamei ele de todo nome, meu filho no meio de tudo isso, vendo nossa discussão no Uber, a motorista do Uber era mulher e vendo discussão. Graças a Deus não me botou pra fora, acho que ela me entendeu… kkkk 


Nunca fiz isso mas ele também me deu motivo. Eu não fui atrás. Mas Deus também não deixa ninguém enganado. Aí o clima pesou entre nós. Cheguei no apartamento brigamos mais. Ele negando. Disse que foi só uma vez. Eu chutei o balde e disse que iria embora! Ser desprezada e trocada por uma mulher vulgar toda uma prostituta não dava pra mim mais não. Ele chegou de viagem a trabalho, ele todo bonzinho, desconfiado. O tempo todo ele pedia calma, que eu não fosse . 


Fiz ele comprar minha passagem pra o mês seguinte disse que ia de passeio ao Brasil, que era férias da Páscoa e mas aí que eu não fui. Deus usou meu pai e ele disse assim: filha não vem agora, porque seu filho vai perder um ano letivo deixe pra ir em julho que ele terminou no letivo em junho. Fiz com meu pai orientou e aguardei. 


Aí com o tempo, os meses passaram, os ânimos se acalmaram e eu desisti de embora, meu marido negou todo envolvimento. Disse que ficou uma vez só. Mas nunca assumiu nada claramente. A casa dele nas video chamada que eu via não era a casa que tinha uma mulher morando, é casa de homem que mora só, bagunçada e desorganizada, é perceptível. E meu filho nunca relatou ter visto nenhuma mulher com o pai dele. Pelo menos quando estava com meu filho, ele não mostrava nenhuma mulher. 


Deus é bom e não deixa nada escondido. E eu sabia com que eu estava lutando agora. E ele nunca quis que a gente voltasse, nunca fez o acordo pra gente voltar, eu fui pro Brasil em julho 2025, eu tava muito cansada psicologicamente, emocionalmente de tudo que passei nesse 1 ano e quatro meses. Chutei o balde mesmo e fiquei dois meses e uma semana. O máximo que eu pude. Se pudesse ficar quatro eu teria ficado nos quatro. Eu fui descansar no Senhor. Senhor tem em tuas mãos, faça como tem que ser feito, estou cansada, essa é a minha situação, sem força e faz como o senhor quiser. O trabalho de Deus muitas vezes não conseguimos entender. 


Aqui no meu apartamento tem um sótão, e meu marido entregou o apartamento dele, sem me avisar e colocou as coisas nesse sótão. E como ele trabalha embarcado mês sim, mês não ele está em casa. E como eu viajei pro Brasil, a minha diarista ficou cuidando do gatinho do meu filho e dando uma organizada no apartamento por causa de poeira pelo do gato. 


E no outro mês meu marido ficou lá no meu apartamento, mas não me disse nada ele fazia vide chamada tava sempre no meu apartamento, ele dizia que tava cuidando do gato mas na realidade ele tava morando lá aí ele viajou pro trabalho, eu cheguei de viagem em começo de setembro do Brasil continuei minha vida aqui, ele chegou do trabalho final de setembro e ficou conosco. Ele não me pediu, ele simplesmente veio disse que ia ver nosso filho, buscou ele na escola conosco e ficou em em meu  apartamento, pois meu filho dorme as vezes comigo, então o quarto do meu filho quase sempre está vazio e ele passou a dormir lá.


Aqui aconteceu outro fato interessante, Deus mostra tudo que está em oculto. Meu marido sempre que some, tá com alguma mulher porque geralmente ele nunca some, ele liga de vídeo diariamente várias vezes ao dia. Ele me disse que ia viajar pra fazer um curso, ele viajou e chegando lá desapareceu cinco dias, não ligava, não atendia a ligação, eu mandava mensagem e levava 12/15 horas pra ele receber a mensagem, pois o telefone dele tava desligado. E aí não deu certo, a gente brigou feio, a gente não, eu briguei né, ele tava errado, ele não reagiu, ele chegou de viagem que fez com a outra, e veio pra meu apartamento, a tocou a campainha meu filho abriu,  aí ele chegou tocou a campainha da porta e eu não abri a porta, nisso meu telefone desligado ele viajou terça e voltou sábado, não abri a porta sábado domingo também não.


Na segunda-feira eu já tinha mandado fazer o acordo que eu ia embora e que ele não aparecesse nem pegasse meu filho, que eu não queria ver ele, aí ele não queria fazer o acordo, porque ele não queria que a gente fosse embora mas também não me assumia e também não me deixava livre pra seguir minha vida. Ele pediu pra buscar nosso filho na escola na segunda-feira, deixei é nisso ele ficou aqui e dormiu e não falou uma palavra do assunto. 


Passado uns dias, meu marido foi passar uma noite em uma cidade aqui próximo turística com meu filho e a filha dele adulta, mas sempre mantendo contato, ligando de vídeo só estavam eles, eu fui limpar meu apartamento, e final do dia como ele deixou as coisas dele aqui e só levou a mochila, a jaqueta dele ficou, e eu senti assim filha olhe, olhe a jaqueta abri, quando eu abri tinha o bilhete de viagem, de uma viagem de avião que ele mentiu, que tinha ido a trabalho mas o bilhete estava com o nome dele e da outra. 


Eu não sou muito de aguentar calada, já explodi, não sei se pelo meu tempo que procuro restauração, não sei se pelas mentiras que ele já me contou e eu descobri, então eu já não tinha muita paciência pra ele, já andava no limite mesmo. Eu discuti enquanto ele tava viajando com meu filho eu soltei várias indiretas, foi horrível aquele dia, no outro dia ele chegou nós discutimos novamente por causa da mentira ele negava, eu disse que eu sabia, que  se ele quisesse ficar comigo que ele ficasse, mas se ele quisesse viver com outra pessoa que ele pegasse as coisa dele saísse que na minha casa ele não ficasse mais porque eu não ia criar meu filho naquele ambiente, doente de traição de discussão de mentiras. Estava ruim pra mim estava ruim pra meu filho. 


Eu eu fiz isso sem medo, não aconselho ninguém a fazer não, ore e jejue e  busque o Espírito Santo. Eu fiz que eu senti segurança pra isso. Eu disse muitas palavras fortes e difíceis, com autoridade, que não senti de relatar aqui, mas senti que seja Deus me usando pra alertar ele… E na 3 vez, final de novembro, ele voltou do trabalho embarcado pra meu apartamento. Eu não questionei nada, se ele ficasse se ele ia voltar, ele simplesmente ficou. E retornou ao trabalho final de dezembro. 


No sótão eu nunca costumava ir pra lá, mas sentir de subir, como Deus mostrando pra ir lá. E como eu trouxe algumas malas do Brasil, eu subir que eu vou limpar, aspirar, passar pano e guardar minhas malas. Quando subir encontrei a mudança dele toda lá. Eu não sabia que ele tinha guardado desde junho a mudança dele no meu sótão e fiquei surpresa. Também não disse nada a ele. E ele deixou os documentos pessoais lá, nesses documento eu descobri tudo sobre a outra, a relação que eles tinham.  No caso ela era corretora de imóveis, e alugou um apartamento pra ele, depois ela vendeu um apartamento dela 50% pra ele. Que aqui pode comprar fração de um imóvel. Tipo duas ou três, quatro pessoas. E lá está o nome da outra, endereço, CPF, onde trabalhava, e-mail, rede social. Deus mostra tudo. Deus não deixa nada em oculto escondido. Glória a Deus. 


Mas não disse a ele nada sobre o que descobri dela. Em maio 2025 ele vendeu a parte dele desse apartamento que tinha uma parte comprado dela, e ele havia me perguntou de advogado imobiliário, indiquei e ele nao disse nada nem eu perguntei. Antes de entregar o apartamento, ele colocou os móveis dele em junho 2025 no sótão de meu apartamento. Mas Deus ele mostra tudo. A mudança dele foi às pressas, porque estava muito desorganizado no soton, inclusive com itens perecíveis lá. Tipo como se ele fugiu, vendeu as pressas a parte dele  e saiu de lá e foi cortando a ligação com ela, cada vez.


E em dez/2015 ele deixou um documento lá e eu olhei, e estava a compra de um imóvel, que era de um casal pra o nome dele, tinha realizações de transferência financeira da corretora que tiveram um caso pra ele, referente ao imóvel que ele tinha parte, mostrando o pagamento, assim finalizando toda ligação formal que ele tinha com ela. 


E então eu perguntei agora na 3 vez que ele está em nosso apartamento: o que tá acontecendo? Você está com ela? Se for me deixa em paz pra seguir meu caminho, assim não dá, estou cansada e emocionalmente abalada, preciso criar meu filho e tenho que estar bem. E ele disse: que já teve algo com ela mas não era sério e que não tem mais e que ela já ta até em um outro relacionamento. 


E foi aí que ele me procurou pra gente ficar. Em dez/2025. Após 1 ano e 5 meses aqui, tivemos intimidade, eu e meu marido. Foi no derrepente. Foi sem esperar, foi num dia comum. Não teve jantar chique, não teve flores, não teve declaração, não estava maquiada, com vestido sensual, tipo que eu achava que ele iria me desejar. 


Foi num dia comum, com roupa comum, pijama de inverno bem fofinho e nada sexy. E aconteceu. Neste dia ele foi bem carinhoso, coisa que ele não era desde que cheguei aqui. Eu tinha ido ao hospital para exames de rotina, e meu filho doente eu levei pq não tinha quem deixar, ele tinha ido levar uns amigos ao aeroporto e disse que iria buscar nosso filho para não expô-lo a hospital. Ate aí normal. Encontrei ele e entreguei meu filho e dei um beijo e abraço nele, meu marido foi lá e me abraçou e abraçou meu filho. Eu senti algo diferente ali, quase chorei. Em espírito eu: “ Senhor o que é isso meu Deus?” E agradeci por aquele abraço de nós três. 


E cheguei em casa ao final da tarde, limpar a cozinha, preparar a janta e ele super descontraído, brincando comigo, me abraçando e eu sem entender nada mas adorando. Mas assim, não criei expectativa nenhuma. Achei só que ele tava feliz. Jantamos e vimos um filme. E ao final da noite ele me pediu pra ficar comigo. Eu quase não acreditei! Eu me emociono tanto até hoje só de lembrar daquele momento. Eu fui pra meu quarto, que ele ficou no quarto de nosso filho, e eu fui orar. Eu orava e chorava e agradeci tanto ao Senhor. Gratidão tomou conta de mim que eu nem conseguia dormir! 


Eu já estava acostumada a não ter homem na minha casa, então a aproximação do meu marido indo morar lá em casa mas sem intimidade me ajudou com a ideia de dividir a casa com ele de novo, de dividir uma casa como um casal novamente. O fato do meu filho dormir às vezes comigo, favoreceu com que ele tivesse desculpa pra dormir lá em casa. 

E Deus ele faz como tem que ser, não como queremos, desejamos ou imaginamos. Tudo é pra glória de Deus. Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. 


Eu pedi muito a Deus que eu não tivesse um deserto perto de meu marido porque eu saberia que aquilo seria muito difícil pra mim, e o Senhor me trouxe pra outro país, pra perto dele e vivendo um deserto do lado dele. Sabe eu teria desistido se tivesse no Brasil mas como eu não estou, eu não desistir por uma série de fatores financeiros, geográficos, familiares. 


Tudo que Deus faz é bom, a vontade de Deus é boa perfeita e agradável. Tudo que eu descobri eu acredito que foi pra Deus me mostrar como me posicionar corretamente na busca pela restauração da minha família. Eu passei por coisas inimagináveis, situações intragáveis, que se dissesse que eu passaria, eu diria que eu não iria suportar e que não passaria. Se eu soubesse que meu marido me trouxesse para cá e chegasse aqui, me desprezasse eu nunca teria vindo. 


Ele mostrou que queria nossa família e chegou aqui ele não me quis, ele me desprezou quando eu cheguei, porque se ele mostrasse que ia me desprezar quando chegasse eu não teria vindo. Deus sabe de todas as coisas!


Sobre bençãos matérias. Deus fez muito por mim neste período de deserto. Sou bacharel em Direito no Brasil, tenho quatro pós-graduação, no deserto eu conclui 3 pós-graduação e atualmente faço um Mestrado em Direito em Portugal, pra começar a atuar na minha área profissional.


Se Deus me desse um divórcio justo, meu marido suprido todas as minhas necessidades básicas pós divórcio e necessidades básicas de meu filho, e eu tivesse atuando em minha área profissional, estabilizada profissionalmente no Brasil, eu não teria voltado o coração pra Deus e não teria tido esse encontro com o Senhor e não buscaria a restauração de meu casamento. Eu sei de mim, de meu limite, e tenho plena consciência de que eu não deixaria a minha vida profissional estabilizada no Brasil pra vim pra cá buscar a restauração do meu casamento. 


Então tudo acontece com permissão de Deus, se eu tivesse estabilidade profissional eu não lutaria pelo meu casamento, então Deus não permitiu minha estabilidade. Através do divórcio, da dificuldade financeira, do abandono, da depressão, do sofrimento e da dor, eu tive um encontro verdadeiro com Deus. O que me transformou, completamente, em todas as áreas, como mãe, como mulher, como pessoa. Eu sou outra pessoa antes e depois do deserto pela restauração de meu casamento.


EU agradeço ao Senhor por tudo que passei, pois foi através do sofrimento que eu fui moldada, cresci, aprendi e me transformei, e o melhor de tudo, ter conhecido a Cristo, quem me sustentou e me sustenta até aqui!


Teve outra questão que meu divórcio saiu. Meu marido foi embora e não deu o endereço dele, e eu voltei pra São Paulo.  E ele não deu entrada no processo de divórcio e eu também não. E em 2020 eu dei entrada no processo mas com a pandemia o processo ficou parado. E em 2022 eu ia comprar um imóvel e como estava casada não conseguia porque precisava da permissão dele, como ele estava morando fora eu não conseguia a assinatura dele, então eu tive que dar entrada no divórcio que foi unilateral, não dependia dele. 


Único processo que ficou parado foi de alimentos e guarda definitiva, porque não tinha endereço dele. Em fevereiro 2023 o juiz deu divórcio, em junho de 2023 saiu uma sentença de execução contra ele, de valor altíssimo, que se estivéssemos casado o que tinha em meu nome, inclusive dinheiro no banco carro tudo que eu tivesse em meu nome, se estivéssemos casados entraria pra execução e eu perderia tudo, então até nisso Deus cuida da gente.


Meu marido mudou pra Portugal em março 2020. Mas não me avisou. Soube em julho 2020. Eu fiquei arrasada. Era plano nosso irmos juntos morar lá. Mas cá estava eu, sozinha, abandonada e suporte e ele vivendo o plano que sonhamos. Eu me entristeci. Chorei bastante. Orei e entreguei nas mãos do Senhor e continuei minha vida. 3 anos depois ele me convida com nosso filho para morarmos lá em Portugal. Não duvide do poder de Deus nem do que ele é capaz. Eu estava há 3 anos em outro país já, pronta pra entrar com processo de residência. E se eu tivesse entrado com o processo eu não lutaria pela restauração de meu casamento mais. Até nisso o Senhor foi preciso. Ele sabe nosso limite das coisas. 


Lembra que eu falei que eu fiquei sem apoio financeiro, sem casa, carro fiquei devendo o cartão, cheque especial, meu nome foi pra SPC Serasa. Aquilo me doeu muito porque era o que eu mais prezava era um bom nome, nome limpo, e eu gostava muito do meu banco porque tinha linha de crédito, assim toda apoio, era um banco muito bom, e eu perdi minha conta nesse banco, cartões, o carro por falta de pagamento teve que ser devolvido. Devolvi o carro mas o carro foi não foi com a quitativa de valor, então o banco levou o carro, e levou pra leilão e o restante do valor me cobrou R$60.000. 


Devolvi o carro e ainda devia 60.000 mas o banco não me avisou nada disso. Eu só soube disso nove meses depois. Chorei, chorei depois falei com Deus, Senhor seja feita a tua vontade e eu não tenho esse valor pra pagar, tá em tuas mãos. Isso foi em junho de 2020, quando foi em junho de 2021 banco me liga com a proposta, eu quase não atendi porque eu não ia pagar, pq não tinha pra pagar aquele valor. Eu tava ocupada mas no intervalo eu atendi a funcionária do banco já dizendo: mulher eu não tenho dinheiro não, já avisei a vocês, pela misericórdia, para de cobrar, que se eu tivesse esse valor não teria devolvido o veículo! E ela: calma senhora e fez uma proposta que se eu pagasse 3500 que liquidava o valor de 60.000.  


Então eu tinha feito jejum de Daniel, eu sempre faço o jejum de Daniel porque na minha igreja faz jejum Daniel duas vezes o ano e eu tinha colocado essa causa. Não por mim mas para glória de Deus, verifiquei se não era golpe, se era tudo certinho, confirmei junto a central,  confirmei na agência, era verídica a proposta, e assim quitei aquela dívida por R$3500. 

Deus me colocou num banco hoje muito melhor ao que eu tinha, o banco que eu gostava me chama pra abrir conta inúmeras vezes atualmente, recebo proposta sempre. Graças a Deus meu nome é limpo, pra quem tava com o nome sujo,  meu cartão tinha limite alto e hoje meu cartão ele é daqueles que não tem limite. Deus quando quer honrar a gente ele honra da melhor maneira possível. 


Adquiri um outro carro melhor ao que eu tinha, automático com banco de couro, lote em condomínio fechado com lazer completo, Deus me dê um guarda-roupa de roupa tudo novo aqui em Portugal, que minhas roupas que deixei no Brasil não faz falta aqui.  Fui vítima de batedor de carteira e levou meu celular novo, e Deus me deu outro celular melhor e dos mais recentes da Apple. Eu tenho mais bens hoje do que antes de meu marido me abandonar com o nosso filho. 


Meu marido dizia que nunca ia pagar aluguel pra mim e pra meu filho, que a gente se virasse, que nós não éramos problema dele, ele disse muitas palavras fortes, que machucava, que humilhava, muitas palavras terríveis, muitas palavras difíceis e doloridas de ouvir. Mas hoje eu estou aqui no apartamento que ele paga, sem reclamar. Não só o aluguel, como todas as despesas básicas da casa mas plano de saúde, lazer, almoço e jantar fora, escola privada de nosso filho e minhas despesas básicas.  Sem reclamar. 


É Deus ou não é Deus minha gente? Quem onde eu conseguiria fazer esse homem mudar desse jeito? Onde meu filho mudaria esse homem? Eu não faço nada, eu não posso nada, eu não consigo nada, não sem Deus, tudo isso aconteceu através de Deus, pelo nome de Jesus com Espírito Santo movendo o homem, o coração do homem. Não existe receita pra reatar o casamento. Não vou lançar aqui um livro de restaurar seu casamento, não vou lançar aqui no canal de restauração de casamento. Por que não existe fórmula, não é uma receita de bolo. É você e Deus. 


Cada um é uma pessoa, é uma personalidade, e Deus vai fazer com cada um a sua maneira, tem gente que é seis meses, tem gente que é um ano, tem gente que é cinco, tem gente que quase sete. Rsrsrsrs E assim Deus faz a obra porque é no tempo dele não no nosso,  o deserto, a dificuldade que passamos é porque o Senhor ele quer nos ensinar algo, certa vez eu vi o pastor Augusto Nicodemos ministrar e ele falava que quando Deus não repreende o homem, é porque ele está entregue aos pecados, já não tem mais solução pra aquela pessoa. E então quando a gente tá no deserto passando uma dificuldade é porque Deus ele quer transformar a gente, é porque Deus quer salvar a gente, é porque Deus ainda está lutando pela gente, porque se Deus não ver que aquela pessoa não tem salvação, ele deixa a pessoa a mercê do seu próprio entendimento, sem punição. E assim, sem dor, sem deserto a pessoa vai se arrepender como? Então agradeçam pelas dores, pois Deus tem um plano de salvação pra você. 


Por isso tudo eu louvo, tudo eu agradeço porque eu sei que Deus me ama e tudo que ele faz é pra que eu aprenda e me torne uma pessoa melhor em Cristo a cada dia e quer me salvar, salvar a minha alma. E atualmente, antes dele viajar agora em meados de dez/2025 eu cheguei junto e perguntei: qual seu plano? O que você pretende? Você vai embora pra outro apartamento? Ele me respondeu: eu vou continuar morando aqui com vocês. 


Não sei se ele terminou definitivamente com a outra. Formalmente já não tem mais nenhuma ligação. Também ele não me disse que comprou outro apartamento, também não me disse pra voltar pra mim definitivo. Não trouxe os itens pessoais dele pra cá. 


E deixa claro também, que eu nunca fui atrás de revelação, de alguém me dar alguma profecia, de alguém me dizer alguma coisa. Eu vou à igreja pra buscar a palavra de Deus, assisto ministração on-line, leio a Bíblia, oro e jejum. E acreditei que Deus pode restaurar minha família, porque tá na palavra de Deus que não é bom que o homem esteja só, que Deus não se agrada do divórcio, que o que Deus uniu nenhum homem separe. Eu me apeguei na palavra de Deus e isso pra mim foi suficiente, pra crer que Deus era soberano em minha vida pra restaurar minha família. Eu ia na igreja pra adorar meu Deus, ouvi a palavra de Deus, está em comunhão com os irmãos. Eu tava triste e ia congregar e voltava feliz. Não voltava triste porque não teve uma pessoa que apontou o dedo pra mim e falou coisas que Deus mandou te dizer etc e tal. 


Eu sempre orei que Deus restaurasse minha família meu casamento, que Deus colocasse amor no coração do meu marido por mim, que ele não desenvolvesse sentimento por nenhuma mulher, que se tivesse alguma mulher que o Senhor preparasse outro homem solteiro, desimpedido pra ela, que ela pegasse nojo, ranço do meu marido, que o coração dele fosse só voltado pra mim como mulher e como esposa.


Assim também Deus fez o meu amor renascer por ele, o meu desejo renascer por ele. Porque amor quando está afastado não desenvolve, mas quando está perto que cria vínculo, o sentimento ele volta a brotar, o sentimento ele volta a nascer.


Se apeguem a palavra de Deus, orem a palavra de Deus. Assim Deus no tempo certo e se for da vontade Dele, vai nos atender. 


Deus fala contigo no louvor, Deus fala contigo numa ministração on-line, Deus fala contigo através de seu filho, Deus fala contigo através de um estranho, Deus fala contigo de maneiras incontáveis, basta estar atento. Não necessariamente tem que ter uma pessoa apontando o dedo e te dizendo que Deus falou que vai acontecer e tal e tal. 


Teve muitos pratos e muitas renúncias também. Que eu pensava Senhor será que é pra mim? Orava a Deus e o Senhor afastava qualquer homem que se aproximasse de mim com outra intenção. Nesse sete anos teve muita renúncia, de pratos, de festas, de coisas mundanas. Eu vivia mas eu não ia para um bar por exemplo com amigas. Eu viajava, eu jantava, eu almoçava fora, passeava, ia pro culto, ia pro shopping, pro cinema. E viver, descansar no Senhor. Mas com vigilância pois nem tudo me convém fazer. Aqui em Portugal meu marido perguntava porque eu não saía mais vezes e se eu virei lésbica. Justamente porque eu não tinha hábitos mundanos. Passeava e saía mas tudo com ordem e decência.


E assim estou, na fé na esperança que quem começou a boa obra é fiel pra terminar. Eu vivo grata e feliz por Deus ter me dado meu melhor presente de Natal da vida: A minha família. Ainda estou meio sem acreditar porque é tão maravilhoso viver ver um sonho se realizando. Viver o que tanto almejei há quase 7 anos. Estou vivendo tudo que eu tanto pedi a Deus, não plenamente, mas realizada por darmos mais esse passo na nossa história e na nossa reconciliação. 


Ainda tem muitos coisas pra acontecer na questão da reconciliação de família, do meu lado profissional, mas eu creio que Deus é fiel e tem o melhor pra mim e pra minha família. E eu venho contar as obras que ainda Deus vai realizar em minha vida em nome de Jesus amém. Eu falo com o coração grato pois relato cheia de alegria e de como grande é a bondade e  infinita da misericórdia de Deus conosco. 


Eu quero fazer uma observação, um alerta: se vocês têm bens, procurem um advogado com perspectiva de gênero, que são especializados em atendimento a mulheres. Eu contratei um dos maiores nomes no país de advogado com perspectiva de gênero em advocacia de Família e foi a melhor escolha que eu fiz. Nosso sistema judiciário é machista, é totalmente voltado para o homem, e pouco favorecem mulheres em questão de divórcio, partilha de bens, alimentos pra esposa e pra os filhos. Uma coisa é o divórcio, e outra coisa é buscar restauração no casamento. Eu não busquei meus direitos porque buscava a restauração do casamento, e meu marido de dilapidou todo nosso patrimônio.  


Lutar pelos seus direitos quando se tem bens, no divórcio, não vai atrapalhar a restauração do seu casamento. Pois com o divórcio ou sem divórcio, quem faz a obra é Deus. Então não abra a mão de seus direitos por conta da busca da restauração de casamento. O homem quando separa da mulher ele não quer a família, muito menos dá uma pensão justa e se possível ele não dará um centavo dos bens que a mulher tiver direito. Deixarei aqui alguns nomes que podem seguir para se orientar sobre advogados com perspectiva de gênero: dr Rafael Gonçalves, dr Rene Freitas, descomplica mamães, projeto Ju real. Senti de Deus de falar sobre este tema e indicar esses nomes que sigo e me ajudou muito no processo que eu estava separada, estava sem orientação, e estes foram me ajudando com orientação básica e em perspectiva de gênero. 


Outro ponto e finalizo aqui, que eu senti de Deus de falar, em meu testemunho. É sobre lei da atração, da física quântica, lei do universo… 

Que muitos cristãos estão se deixando levar pelo engano, usando esses métodos e atraindo maldição, abrindo brechas pra o inimigo em sua vida espiritual. Deixo aqui dois nomes no YouTube, que falam sobre essa questão: Como satanás me usava usando a física quântica testemunho de Elaine Emídio ao canal Crente podcast  e Como funciona o esquema de ocultismo sútil, testemunho de Júlia Disaró ao canal Crente podcast. A glória é de Deus, não do eu, do eu posso, eu quero, eu consigo, do Hoponopono, o diabo veio pra enganar, roubar e destruir, às vezes vem até camuflada e muitos praticam achando que é de Deus, mas está atraindo o inimigo pra vida de quem pratica e levando ao engano. 


Na Bíblia diz, Mateus 6: 7-14- E orando, não useis de vãs repetições, como os gentios. E Gênesis 1:3-25 Disse Deus: Haja luz; e houve luz. Pelo poder e palavra Dele. Então irmão tenhamos cuidado pra não cair nos enganos do inimigo de nossas almas. Dando a Deus o que é Deus, toda a sua glória e honra. Não existe fórmula mágica meus amados, só existe um caminho que é Jesus, para todos os problemas e soluções pra nossa vida. Na Bíblia eu não vi nenhum respaldo pra praticar lei da atração, Hoponopono, lei do universo, constelação familiar. Às vezes a pessoa está praticando ocultismo sem saber. 


Peço perdão, se a Sol não quiser colocar essa parte fica à vontade, eu só comentei porque o Senhor me incomodou que eu comentasse sobre isso não sei porque. 



Grata

Isabela Bylund
isabelamoraes06@hotmail.com